Barueri é líder no índice de riqueza do estado



Barueri foi o município que alcançou a melhor nota no ranking da dimensão de riqueza do Índice Paulista de Responsabilidade Social – IPRS, com dados de 2010.
O resultado faz parte da sétima edição do índice, criado em 2000, pela Assembleia Legislativa de São Paulo e a Fundação Seade. O objetivo é expressar o grau de desenvolvimento social e econômico dos municípios paulistas. 
O indicador é composto de três dimensões – riqueza, escolaridade e longevidade – com indicadores que permitem hierarquizar a posição de unidade territorial (município, região administrativa  e estado), em escala de 0 a 100.
Entre os dez municípios mais bem posicionados em riqueza, com importante adensamento industrial, Barueri é o primeiro com 58 pontos, seguido por  Paulínia (57), Gavião Peixoto e Louveira (55) , Cubatão (54), Vinhedo (53 ), São Caetano do Sul e São Bernardo do Campo (52 ). 
Na dimensão longevidade estão Nova Castilho – na Região Administrativa de Araçatuba (94 pontos) e Dolcinópolis – RA de São José do Rio Preto (93), Turiúba – RA de Araçatuba (90 pontos). Entre os de maior escolaridade, cinco estão na RA de São José do Rio Preto (Adolfo, Turmalina, Rubinéia, Sebastianópolis do Sul e Pedranópolis). 
Nas edições de 2008 e 2010 do IPRS, Barueri classificou-se no Grupo 1. A maioria deles localiza-se ao longo dos principais eixos rodoviários do estado. 
Entre as variáveis que compõem esta dimensão está o consumo anual de energia elétrica por ligação no comércio, na agricultura, nos serviços e residenciais, rendimento médio do emprego formal e valor adicionado fiscal per capita. 
Barueri somou pontos em seu escore de riqueza acima da média estadual e avançou uma posição nesse ranking.
Atualizado a cada dois anos, o IPRS é uma ferramenta poderosa não só para os deputados estaduais, mas também para agentes públicos municipais. Seus dados fornecem subsídios para definição de prioridades e auxiliam na formulação e implementação de políticas públicas. É um instrumento de gestão que pode  melhorar a fiscalização e a eficiência dos gastos de recursos públicos e as condições de vida da população.