Coca-Cola pagará US$ 1 milhão para quem encontrar substituto saudável ao açúcar


Diminuição no consumo e mudanças comportamentais motivaram a empresa a buscar alternativa ao açúcar. Especialistas dizem que valor do prêmio é baixo 

A Coca-Cola lançou um desafio para pesquisadores e cientistas tentarem solucionar o maior problema da empresa: substituir o açúcar de suas bebidas. A companhia dará o prêmio de US$ 1 milhão, cerca de R$ 3,2 milhões, para quem conseguir ajudá-la a resolver essa questão.

Em nota oficial, a maior fabricante de refrigerantes do mundo especificou que está “buscando encontrar um composto de origem natural, seguro, com baixa ou sem calorias e que tenha o gosto de açúcar quando usado em bebidas e alimentos”.

O concurso, chamado de “The Coca-Cola Company Sweetener Challenge”(desafio adoçante da Coca-Cola, em tradução livre), tem o edital bem restrito sobre a composição da solução. “A molécula não pode ser a base de estévia ou fruta-dos-monges e nem extraída de alguma espécie de planta protegida”, segundo as regras.

Além disso, a empresa aconselha “expressamente que os participantes não provem ou consumam suas substâncias enquanto estiverem fazendo os testes por terem uma toxicidade desconhecida e não serem aprovadas para consumo humano”.

“A Coca-Cola afirma que está buscando uma molécula ou composto que tenha dados científicos para sustentar a segurança para consumo humano durante um período prolongado”, diz o regulamento.

O desafio está sendo liderado pela equipe de tecnologia da Coca-Cola. "Esse desafio reflete nosso desejo de fazer as bebidas que nossos consumidores desejam e também a nossa vontade de olhar para além das paredes da nossa empresa para trazer alternativas ao açúcar”, afirmou o diretor de inovação da Coca-Cola, Robert Long.

As inscrições para o desafio podem ser feitas até 18 de janeiro de 2018 às 17h. Os finalistas serão anunciados em abril e o vencedor receberá o prêmio em 3 de outubro do ano que vem.

Embora o prêmio em dinheiro seja uma quantia alta, alguns especialistas acreditam que é realmente pouco para resolver um problema tão grande. É o caso de Ross Colbert, analista do setor de bebidas do Rabobank. Em entrevista à Quartz, ele afirmou que o prêmio de US$ 1 milhão é baixo e quem encontrar a solução pode ganhar bem mais que isso.

Segundo o site, os americanos bebem 19% menos refrigerantes do que há 15 anos, o que gera um impacto no mercado de bebidas do país que inclui a gigante Coca-Cola. Por isso, o concurso tem como objetivo lançar um produto mais saudável e que reconquiste os consumidores de refrigerantes.
G.P

Moradores reclamam de falta de iluminação e segurança na Vila Universal-Barueri


Trecho a noite/ Carla Cabral
Parece matéria repetida,mas não é, moradores dos bairros Jardim dos Altos e Vila Universal em Barueri, reclamam da falta de iluminação no bairro,há vários trechos que a escuridão é total,principalmente entre a Rua Manoel Boava e Estrada das Rosas.

Segundo eles, o local conta com postes e luminárias, mas em alguns trechos faltam as lâmpadas,quando não estão queimadas.

Para tentar driblar o problema, teve morador que comprou até FAROLETE para iluminar a rua. "Seis meses morando no escuro, essa é a nossa vida, nossa realidade.
A situação é essa, só promessa, só expectativa, pedem para aguardar, que não é a única rua, não é o único bairro, mas haja paciência. É lamentável isso", disse o mecânico Luciano Pereira.

Foto/Carla Cabral
De acordo com os moradores, além da falta de iluminação,marginais se aproveitam da situação para roubar as pessoas,de uns tempo para cá até estupro aconteceu aqui,minha sorte é que um senhor me acompanhou até em casa, senão eu poderia ser outra vitima contou Carla Cabral.

A gente passa por isso, chega do trabalho, e o meu marido trabalha a noite eu tenho dificuldade de abrir o portão, porque a gente não sabe o que tem aqui né? ", disse a assistente administrativa Eliana Andrade.

A dona de cada Lucilene Alves da Silva contou que, por causa da escuridão, levou um tombo na porta de casa. "Eu estava voltando de uma festa de aniversário e ao chegar na rua estava escuro,. Eu não enxerguei a entrada da minha casa, tropecei e caí, machucando o braço. Fraturei o cotovelo", afirmou.
Iluminação durante dia/Carla Cabral


Vereador é condenado por espancar e obrigar a esposa a comer terra


Guilherme Prócida (PSDB) foi sentenciado a 3 meses e 18 dias de detenção

Filho do prefeito e vereador de Mongaguá, em São Paulo, Guilherme Prócida (PSDB) foi considerado culpado de agredir a própria esposa, com socos na cabeça, arrastando-a pela escada e obrigando-a comer a raiz de um planta. Prócida foi condenado a 3 meses e 18 dias de detenção, nesta segunda-feira (13).

As agressões começaram no Natal de 2011, mas a professora de Educação Física, de 33 anos, acabou desistindo de denunciar o vereador na ocasião. Segundo a advogada Cristina Yoshiko Saito, que divulgou a sentença nesta quarta-feira (16), a professora só mudou de ideia ao descobrir uma amante do marido.

"A briga ocorreu dentro da casa deles. Após relatar o que sabia ao Guilherme, ele deu diversos socos na cara dela, a puxou pelos cabelos e a arrastou pelas escadas. Ela disse que contaria a todos sobre a vida promíscua que ele mantinha, inclusive frequentando casas de swing (troca de casais)", contou Saito ao G1.

A advogada contou ainda que a cliente chegou a ser ameçada por e-mail, durante o processo. "Em um deles, estava escrito: 'Cuidado, você pode amanhecer boiando em um rio'. Tudo isso está nos autos, que foram julgados após quase cinco anos".

Advogado de Guilherme Prócida, Eugênio Malavasi disse que o cliente é inocente e irá recorrer à sentença. "Vamos entrar com recurso da apelação, pois não houve agressão ou ameaça, além do que, tudo já está prescrito", disse. O vereador é filho do prefeito Artur Parada Prócida (PSDB).

Diploma falso é comercializado em Barueri e região



Diplomas falsos estão circulando em Barueri,na tarde dessa terça-feira(15/08) recebemos uma denuncia que pessoas de Barueri e Região estariam usando diplomas falsos para ingressar em empresas ,escolas e até em prefeituras da região.

O sistema funcionaria assim,a pessoa usando nome da escola oferece diplomas de nível técnico, superior (licenciatura e bacharelado), tecnológico, pós-graduação, especialização, mestrado e doutorado. 

“O diploma é confeccionado em um papel de segurança do órgão, tem alto relevo, pontos luminosos e papel timbrado, que diferenciam o documento”.

Em contato com a Faculdade Facel com sede em Curitiba,eles já tinham ciência da situação envolvendo o nome da faculdade,e que o escritório de São Paulo ligado ao Grupo Digamma estaria tomado todas as providencias sobre o ocorrido.

Falando em nome do Grupo ,Dr José Caetano, disse que a pessoa que estaria fazendo as vendas dos diplomas ,foi funcionário da faculdade ,e que no ano de 2016 foi mandado embora por justa causa,pelo mesmo motivo.

Quem produz um diploma falsificado – ou simplesmente o vende – também possui sua conduta prevista no artigo 297 do Código Penal. ... A lei determina, além disso, que se a falsificação for realizada por funcionário público, o crime é ainda mais grave.

De forma categórica, é correto dizer que sim. Comprar diploma é crime. Mais especificamente, a compra de diploma é tipicamente prevista pelo artigo 297 do Código Penal. Neste dispositivo, entende-se que a compra de diploma é falsificação de documento público.

Mesmo que seja uma faculdade particular, este caso específico enquadra-se no parágrafo 2º da lei, considerando que instituições de ensino apresentam interesse público. Trata-se, portanto, de um crime.

Sua pena inclui reclusão de dois a seis anos, para o criminoso, além de possível multa. Adicionalmente, caso a falsificação tenha gerado prejuízo para alguém, pode-se ainda responder em esfera civil, com indenizações a serem pagas para os prejudicados.

Foi elaborado um boletim de ocorrência ,na delegacia de Barueri ,pois o mesmo individuo estaria vendendo e usando o nome da faculdade de forma criminosa.

Em nota e Faculdade Facel veio se manisfestar sobre o assunto. 
A.S







Hospital Municipal de Barueri mantém funcionários sem registro


 
Parece matéria repetida,mas não é ,novamente o Hospital Municipal de Barueri ,Francisco Moran é assunto nas paginas de jornal da cidade.


A expectativa de que as deficiências estruturais do Hospital Municipal de Barueri Francisco Moran em Barueri, começariam ser minimizadas com a entrada da SPDM(Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina) ainda não se concretizou, sobretudo para os funcionários. Técnicos de enfermagem,Enfermeiros,Recepcionistas,e funcionários de outros departamentos contratados pela atual gestora reclamam que estão trabalhando sem registro e em excesso para compensar a falta de pessoal.

O receio da categoria é de que a falta do registro deixe desamparado quem necessitar reivindicar direitos trabalhistas em caso de doença, por exemplo. O temor é justificado por causa dos riscos de contaminação submetidos pelos profissionais, que lidam diretamente com pacientes vítimas de meningite, tuberculose e outros males.

Um integrante do quadro do Hospital , que pediu para não ser identificado, "A Fundação não contratou mais ninguém. A situação está obrigando cada profissional a trabalhar por outros dois ou três. Em dias críticos, um técnico fica responsável por até 20 pacientes", reclamou outro funcionário.

Tentamos contato com diretoria técnica do hospital no setor intermediário,fomos recebidos por uma funcionária chamada Andreza ,que aguardasse que alguém iria nos receber,porém após 40 minutos de espera se retiramos do local ,deixando cartão com telefone de nossa redação,porém até o fechamento da matéria ninguém quis se manifestar.

Funcionária do HMB vendia insulina do hospital na internet


Uma mulher estava vendendo insulina humana num grupo da rede social Facebook. O medicamento era negociado a R$ 80 – R$ 60 no grupo Feira do Rolo de Barueri. 

No post, a descrição garantia que o produto estava ‘bem abaixo do valor’, dentro da garantia e que deveria ser retirado em Barueri.

Segundo apurou o Barueri na Rede, a pessoa é funcionária contratada como enfermeira pela nova gestora do HMB, a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), que assumiu a administração do hospital em 14/7 depois de uma série de contratempos.

Fontes ouvidas pelo BnR revelaram que a enfermeira havia sido identificada pela SPDM e que já estaria sendo instaurado um inquérito administrativo para apurar o caso.

O post com a venda da insulina foi apagado da rede social. Procurada, a prefeitura não se posicionou sobre o assunto.
As informações são do jornal Barueri na rede

Enquete: como você avalia a gestão do Prefeito Rubens Furlan?


O  jornal a Voz de Barueri está lançando uma enquete para avaliar, através da opinião  do internauta Barueriense, o governo de Rubens Furlan (PSDB) que tem como slogan "CIDADE INTELIGENTE".

A enquete  foi criada com a seguinte  pergunta: Como você avalia os  primeiros OITO  meses de gestão do Prefeito Rubens Furlan?  Com cinco  respostas: Ótima, Boa, Regular, Ruim ou Péssima, o internauta pode escolher a opção e votar.
Lembrando aos internautas que esta enquete não tem caráter de Pesquisa. Trata-se de mero levantamento de opiniões, sem controle de amostra.

A enquete ficará disponível para votação durante cinco dias e  encerra-se  na próxima segunda-feira, 21 de Agosto às 00:00. Após votação, o internauta tem a opção ver resultados, onde mostrará parcialmente as porcentagens das  cinco respostas sugeridas pela nossa Redação.

E mais ,só poderá votar uma unica vez e pelo COMPUTADOR ,não é possível votar por telefone.
A.S

Sonho da casa própria pode virar pesadelo para funcionários da prefeitura de Barueri


O Ministério Público (MP) de Barueri ajuizou em 1º/6 ação civil pública por crime de improbidade administrativa contra o prefeito Rubens Furlan, o ex-prefeito Gil Arantes e mais 22 vereadores e ex-vereadores em razão da doação de um terreno na região do Parque Viana a uma empresa privada. 

Entre outras coisas, a Promotoria pede a devolução da área para o município, a perda do mandato de todos os acusados, bem como a suspensão de seus direitos políticos pelo prazo de cinco a oito anos,e a devolução de R$ 8,37 milhões, relativos à compra do imóvel pela prefeitura.


Segundo o promotor Eduardo Caetano Querobim, no início de 2010 o então prefeito Rubens Furlan desapropriou um terreno de 31 mil metros quadrados, na avenida Anibal Correia, no Parque Viana, alegando utilidade pública. Da área total, 27 mil metros quadrados seriam destinados à construção de um conjunto habitacional. A prefeitura pagou R$ 8,37 milhões pelo terreno.

Em dezembro daquele ano, de acordo com o promotor, Furlan sancionou uma lei que desafetou a área, ou seja, eliminou o motivo alegado para a desapropriação, e editou um decreto doando o imóvel para o Sindicato dos Servidores Municipais de Barueri (SindServ).

Doação questionada

Em outubro de 2015, a gleba acabou sendo doada pelo SindiServ a uma empresa privada, a incorporadora QRTZ8, sediada em Minas Gerais. A doação foi amparada por uma Lei Municipal proposta por Gil Arantes, à época no comando do Executivo barueriense, e aprovada em regime de urgência, por unanimidade, pela Câmara Municipal.

A lei então já não previa a construção de um conjunto habitacional para a população em geral, mas apenas para servidores públicos municipais. Segundo afirma o promotor na ação, “utilizando tal bem público como se particular o fosse, o que, incrivelmente, foi corroborado pelos vereadores requeridos que se faziam presentes nas Sessões Legislativas respectivas”.

Para o MP, o ato representa uma clara transferência de bem público para um ente privado. A ação ressalta ainda que na justificativa para a doação do terreno à incorporadora, Gil Arantes afirmou que ela era necessária “de forma a que possa ela oferecê-lo ao agente financeiro como garantia, a fim de que sejam concedidos os recursos necessários à edificação do conjunto”.

O promotor também critica o comportamento dos vereadores que, segundo ele, teriam sido displicentes em seu papel de zelar pelos bens públicos, “fazendo-se prevalecer o interesse privado sobre o interesse público e, desrespeitando-se, acima de tudo, o poder que lhes foi conferido pelos cidadãos”.

Somente o ex vereador Saulo Góes votou contra doação do terreno e por isso ,a promotoria pede que seu nome seja excluído da ação. 


MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO 

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA VARA DA 
FAZENDA PÚBLICA DA COMARCA DE BARUERI/SP. 

Autos nº 1007754-73.2017.8.26.0068 

O Ministério Público do Estado de São Paulo, por meio de 
seu representante legal abaixo assinado, no uso de suas atribuições legais vem, mui 
respeitosamente, à presença de V.Exa., nos autos da Ação Civil Pública em epígrafe, 
apresentar sua RÉPLICA às defesas prévias apresentadas pelos requeridos às fls. 
599/653, 658/677, 690/715, 724/748, 956/1007, 1419/1439 e 1449/1483. 

Em apertada síntese, sustentam os requeridos, preliminarmente 
e no mérito, as seguintes teses defensivas: inadequação da via eleita; ausência de 
individualização das condutas; imunidade material parlamentar; ausência do 
elemento subjetivo de ato de improbidade administrativa (dolo ou culpa) e legalidade 
da doação. 

Tais teses defensivas não merecem prosperar, de acordo com 
os fundamentos abaixo aduzidos. 

Preliminarmente, requer-se a exclusão do requerido SAULO 
GÓES DE ALBUQUERQUE do polo passivo da demanda, tendo em vista que, 
quando da aprovação da primeira lei que realizou a doação (Lei Municipal n. 
2023/2010), não exercia, ainda, mandato eletivo no município de Barueri; e, quando 
da votação da segunda lei que realizou efetivamente a doação para a empresa QRT8 
(Lei Municipal n. 2431/2015), absteve-se de votar, por não concordar com a 
medida. 

Para conferir o original, acesse o site https://esaj.tjsp.jus.br/pastadigital/pg/abrirConferenciaDocumento.do, informe o processo 1007754-73.2017.8.26.0068 Este documento é cópia do original, assinado digitalmente por THIAGO BERETTA GALVAO GODINHO e Tribunal de Justica do Estado de Sao Paulo, fls. 14911

Seis ex-vereadores e 2 ex-secretários são condenados a até 12 anos


Foto/Maranhão
Oito políticos de Carapicuíba, entre eles, seis ex-vereadores e dois antigos secretários municipais da gestão do antigo prefeito Sergio Ribeiro (PT), foram condenados pelo crime de fraude em processo seletivo para contratação de funcionários para a prefeitura em troca de votos, conforme consta nas investigações do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil.

Na lista figuram o ex-deputado estadual Isac Reis (PT), além de Carlos Japonês (PPS), Elias Cassundé (PPS), Paulo Xavier (PSDB), Jefferson Macedo (PSDB), Nenê Crepaldi (PPS), Professor Everaldo e Elaine Cristina Pereira. Suas penas foram divulgadas na tarde dessa segunda-feira, 14

O esquema montado pelos parlamentares na Câmara com a participação de membros do antigo governo de Carapicuíba foi descoberto durante a Operação Pasta Vazia, do Ministério Público, em agosto do ano passado. Nele, os parlamentares, em troca de votos, favoreciam pessoas em processos seletivos de agentes comunitários de saúde e bolsistas da Frente de Trabalho.

A pena mais dura ficou por conta da ex-secretária municipal de Administração, Elaine Cristina Pereira. Dos crimes apontados, ela foi condenada à pena de 12 anos e três meses de reclusão em regime inicial fechado e pagamento de 108 dias de multa fixada em 1/6 do salário mínimo.

Já o também ex-secretário municipal professor Everaldo, que chegou a entrar na disputa eleitoral do ano passado para prefeito de Carapicuíba, teve pena máxima de oito anos e dois meses em regime fechado, com pagamento de 72 dias de multa fixada em 1/6 do salário mínimo.

Os ex-vereadores Carlos Japonês, Elias Cassundé, Jefferson Macedo e Paulo Xavier tiveram penas calculadas em 4 anos e um mês em regime fechado, além de 12 dias de multa, fixada em 1/6 do salário mínimo. Entre as sentenças, o também ex-vereador Nenê Crepaldi recebeu nove anos e quatro meses em regime fechado, sendo pagamento de 83 dias de multa fixada em 1/6 do saláriomínimo.

Por fim, o ex-deputado Isac Reis, teve pena decretada de dois anos e quatro meses em regime inicial aberto e 22 dias de multa fixada em 1/6 do salário mínimo.

O caso ainda cabe recursos. Até então, todos os envolvidos estavam cumprindo prisões domiciliares, exceto Jefferson Macedo, que estava sendo mantido em regime fechado por suposta coação de testemunhas do caso.
As informações são do webdiario